domingo, 10 de outubro de 2010

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Hoje quando eu acordei eu só queria dormir novamente. Andava cansada de tantas informações necessárias que pra mim um dia serviram de histórias para faze-los dormirem. Estava pensando em tudo que ontem passei, nos perigos que corri só por diversão sem nem pensar no que estava fazendo, quase morri de tanto rir e ao mesmo tempo de preocupação. Nem penso mais no que poderia ser diferente pra mim, porque não tenho outras escolhas em mente; não preciso ter agora. Não pensava que um dia poderia lhe matar por dentro sem nem ter feito uma coisa que pudesse explicar aquilo; eu não lhe devia explicação.
Te permiti um coisa sem eu estar certa de que aquilo eu ainda pudesse entregar a alguém, estive confusa mais ando tão certa em linhas tão tortas que as vezes é mais divertido pra mim. Conversei com pessoas novas, aprendi outras coisas e um dia passarei isso a você. Devia uma palavra a quem acabei de conhecer e cumpri assim o meu dever, que havia escrito em um lugar que eu não sei onde fica; mente estranha e complicada.
Agora penso sem o meu cálice que faz esquecer de tudo, tudo que eu deveria me importar agora. Eu nem me preocupo na verdade; enfim tomarei assim uma leve substancia que poderia lhe matar, mais me faz tão bem.

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