sábado, 4 de dezembro de 2010

Hoje a noite não tem luar;

   Hoje sento em uma praça, com o meu doce mel viajante lhe escrevo tentado ser o mais simples possivel pra que tu possa assim me entender.
   Estive pertida por um bom tempo. Nada fazia sentido,mais estou tentando até hoje me erguer de todos os tombos que me machucaram tanto.Nunca imaginei te encontrar, uma pequena mente desiludida no qual me apeguei tanto. Um simples homem que continua garoto ao sorrir pra mim. Suspiros são constantes agora meu amor.
   Não entendo nada mais que sinto, me completa e me faz falta todas as vezes que estou junto a ti.
   Sei que pode me entender, mas as vezes nem eu me entendo, só me perdoe por não ser a garota que te faltava. Muitas vezes sozinha eu sou melhor.
   Lágrimas caem com um tom tão confuso e perdido, como se a alma pedisse ajuda o tempo todo, mas ninguem nunca pôde ouvir.
   A falta que sinto de ser um, as vezes me mata. Não consigo suportar te perder, mas não consigo também estar sempre com você. Como se eu te amasse e odiasse ao mesmo tempo. Como se o sol viesse sempre a iluminar, só que ainda é noite.
   Idéias parecidas já não me dizem muitas coisas. Antes entravam em mim e agora me perco nelas.
   Com apenas um rif de guitarra te amo imensamente, mas logo acaba e fico perdida e assim o seu rosto sai da minha mente. É, dói. Mais em mim, pode ter certeza que é muito mais. Imagine se tu tivesse perdido o tempo todo. E agora o que fazer?
   Só queria que soubesse que sim eu te amo. Só não posso lhe dar certeza de que estarei contigo novamente.


Boa noite, pois a lua já tomou o seu lugar.

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